domingo, 7 de março de 2021

Governo pretende começar a pagar auxílio emergencial ainda em março, diz ministro da Cidadania


 O Governo Federal pretende iniciar o pagamento da nova fase do auxílio emergencial ainda em março.

A informação foi dada na sexta-feira, 5, pelo ministro da Cidadania, João Roma. Questionado sobre os próximos passos para a retomada do auxílio, o comandante da pasta disse que espera que a PEC emergencial, que permitirá o pagamento do benefício, seja aprovada até esta semana.

“A sequência que temos nesse momento é a aprovação na Câmara dos Deputados, já tivemos a aprovação no Senado Federal, temos a expectativa de que essa PEC seja aprovada nesta semana na Câmara dos Deputados.

A partir daí nós temos um marco legal para dar sequência à efetivação do pagamento do auxílio emergencial”, disse João Roma, que continuou, dando detalhes sobre o pagamento.

“Esse auxílio emergencial será (pago) em quatro parcelas e pretendemos iniciar o pagamento ainda no mês de março”, afirmou, sem confirmar o valor das parcelas.

O ministro também falou sobre mudanças no Bolsa Família. Ao abordar o tema, João Roma disse que a prioridade no momento é a viabilização e execução do pagamento do auxílio emergencial, afirmando que, a partir de julho, quando o auxílio deixará de ser pago, o governo irá focar no programa social.

“Na sequência (do auxílio emergencial) vamos focar na reestruturação e ampliação do Bolsa Família.

Nós queremos fortalecer o programa Bolsa Família e, inclusive, chegar à novas famílias, uma vez que, na execução do auxílio emergencial em 2020, foi possível identificar novas pessoas em situação de vulnerabilidade, ampliar o grau de informação nos nossos bancos de dados”, disse o ministro.

Por fim, o ministro comentou sobre as medidas restritivas adotadas em diversas regiões, pedindo cautela às autoridades.

“É preciso muita cautela, mas não podemos admitir sobressaltos e atitudes precipitadas, uma vez que a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) alega que o melhor caminho não é o lockdown”, concluiu.


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